Incrível!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
John Rhys-Davies fora de O Hobbit

John Rhys-Davies é um dos sujeitos mais fantásticos que tive a oportunidade de conhecer nestes 10 anos cobrindo cinema internacional.
Divertido, humilde e sempre simpático, lembro que o entrevistei em Nova York e o papo foi bem mais longo que o normal sobre O Senhor dos Anéis. Meses depois, encontrei o ator na apresentação da Orquestra Sinfônica da Nova Zelândia, que tocaria a trilha sonora da trilogia de Peter Jackson em alguns instantes. Mesmo perseguido pelos fãs, ele parou para cumprimentar, pouco antes de entrar na sala reservada para o elenco.
Bem, então não chega a ser uma surpresa que Rhys-Davies não tenha topado o desafio de voltar a ser um anão em O Hobbit.
Gimli, seu hilário personagem, nem faz parte da trama original escrita por Tolkien em O Hobbit, mas a provável ideia dos produtores era trazer o ator para criar o pai do anão, Gloin. "Eles pediram", revelou o inglês a Empire. "Mas, honestamente, não toparia. Já descartei completamente. Há uma parte sentimental em mim que adoraria se envolver novamente, mas não sei se minha face aguenta aquele tipo de punição outra vez."
O cara não está brincando. Rhys-Davies, que tem quase dois metros, precisou passar pelo purgatório e o inferno para virar um anão em O Senhor dos Anéis. Ganhou extensões na barba, maquiagem por toda a face, principalmente no nariz, peruca com tranças, além de uma pesada armadura. Basicamente, só reconhecíamos a voz do astro.
Veja a matéria completa no site da Empire.
Versão perdida de Metrópolis será exibida em Berlim

...
Hávia uma lenda no cinema: Metrópolis, de Fritz Lang, teria uma versão maior. E essa cópia estaria perdida em algum lugar do mundo.
80 anos depois, os novos curadores do Museu de Cinema de Buenos Aires foram verificar o acervo da instituição e se depararam o tesouro, a versão perdida de Metrópolis, que teria sido exibida na Argentina em 1928 e depois passou por mãos de críticos e outros departamentos até parar nos arquivos do Museu.

Bem, a notícia tem mais de um ano, como você pode ver pela matéria exibida por uma rede alemã abaixo, já com algumas das cenas cortadas por Lang.
Mas o destino da obra perdida finalmente começa a tomar forma.
Sua pré-estreia mundial será no próximo Festival de Berlim, em 12 de fevereiro.
O longa será acompanhado por uma orquestra, que tocará a trilha ao vivo durante a exibição, como estivéssemos na década de 20.

A película, que dizem esclarecer vários pontos (a principal sendo a confusão entre um andróide e um humano), seguirá carreira internacional, então.

Obviamente, não há notícias sobre quem distribuirá a ficção científica expressionista alemã no Brasil (não sabemos nem nos EUA, imagine aqui), mas está jogada na mesa a ideia para a abertura da próxima Mostra Internacional de São Paulo.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Teaser trailer da última temporada de Lost
Pois é... Teaser da última temporada de Lost...
Mas não cliquem esperando novas cenas ou revelações. O trailer é a maior enganação, repleto de imagens antigas. Tudo bem que o fim da última temporada promete um reboot na trama para o próximo ano, mas não precisava de um artifício tão vagabundo para divulgar uma das maiores séries da história
A première de Lost tem data prevista para janeiro de 2010.
Set list do primeiro show do Faith No More na América do Sul
Faith No More - 27/10/2009 - Lima, Peru
Reunited (Peaches & Herb cover)
From Out of Nowhere
Caffeine
Last Cup of Sorrow
Land of Sunshine
Cuckoo for Caca
Evidence (em espanhol)
Surprise! You're Dead!
Easy
Midlife Crisis
Epic
Caralho Voador
King for a Day
Ashes to Ashes
The Gentle Art of Making Enemies
Be Aggressive
Just a Man
Encore 1
Theme from Scar Face /Collision
Digging the Grave
Encore 2
Chariots of Fire/Stripsearch
We Care a Lot
OBS: Tocaram, como eu previa, "Caralho Voador". Aposto que vão manter a brincadeira por toda a passagem pela América do Sul, o que é uma pena. A homenagem é legal, mas a música está longe de ser bacana ou importante. "Collision" entrou no set servindo no medley com o tema de Scarface.
O que achei do set? "Digging The Grave" é hit obrigatório por aqui. Perfeito. Mas trocaria fácil "We Care a Lot" por "Ricochet". "Take This Bottle" sumiu do repertório, assim como "The Real Thing" e "Kindergarten". Imperdoável isso. Tiraria "Cuckoo for Caca" da brincadeira. E poderia ter uma supresinha, né? Tipo: "A Small Victory". Vai ser uma agonia esse show do dia 7 de novembro.
Reunited (Peaches & Herb cover)
From Out of Nowhere
Caffeine
Last Cup of Sorrow
Land of Sunshine
Cuckoo for Caca
Evidence (em espanhol)
Surprise! You're Dead!
Easy
Midlife Crisis
Epic
Caralho Voador
King for a Day
Ashes to Ashes
The Gentle Art of Making Enemies
Be Aggressive
Just a Man
Encore 1
Theme from Scar Face /Collision
Digging the Grave
Encore 2
Chariots of Fire/Stripsearch
We Care a Lot
OBS: Tocaram, como eu previa, "Caralho Voador". Aposto que vão manter a brincadeira por toda a passagem pela América do Sul, o que é uma pena. A homenagem é legal, mas a música está longe de ser bacana ou importante. "Collision" entrou no set servindo no medley com o tema de Scarface.
O que achei do set? "Digging The Grave" é hit obrigatório por aqui. Perfeito. Mas trocaria fácil "We Care a Lot" por "Ricochet". "Take This Bottle" sumiu do repertório, assim como "The Real Thing" e "Kindergarten". Imperdoável isso. Tiraria "Cuckoo for Caca" da brincadeira. E poderia ter uma supresinha, né? Tipo: "A Small Victory". Vai ser uma agonia esse show do dia 7 de novembro.
Primeiro trailer da nova temporada de 24 Horas
O primeiro trailer da oitava temporada de 24 Horas - que estreia em janeiro nos EUA - adianta algumas coisas. A principal delas? Jack Bauer (Kiefer Sutherland) não morreu! ehehe
Ele terminou a sétima infectado por um vírus, mas prestes a ganhar uma tranfusão da filha, Kim Bauer (Elisha Cuthbert).
A parada deu certo, pelo visto.
No oitavo ano, Jack se mudou para Nova York para ficar perto da filha e da netinha. Mas um agente da CTU pede sua ajuda quando descobrem um plano para matar um presidente de algum país do Oriente Médio na sede da Nações Unidas.
Claro que somente Jack poderá impedir o assassinato e um complô muito maior (como sempre) que tem raízes na temporada passada - ainda não vimos o destino final do personagem vilanesco de Will Patton.
Filme sobre John Lennon ganha trailer
Nowhere Boy é a história de um jovem John Lennon antes de Os Beatles se tornarem Os Beatles. O filme é a estreia de Sam Taylor-Wood na direção de um longa-metragem, mas é escrito por Matt Greenhalgh, roteirista de Control, bio de Ian Curtis, líder do Joy Division.
Não esperem músicas do quarteto de Liverpool. A obra se baseia no livro Memoirs of John Lennon, de Julia Baird, irmã por parte de mãe de John Lennon, e que se concentra nos conflitos familiares do compositor e os primeiros encontros com Paul McCartney. A dupla, aqui, é vivida por Aaron Johnson e Thomas Sangster.
A cinebio, que tem pré-estreia mundial amanhã, no Festival de Londres, ainda traz Kristin Scott Thomas como Mimi Smith, a tia que criou John Lennon. Não há data no Brasil ainda.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Novo trailer de Bioshock 2
A coisa tá ficando sinistra! Esse Bioshock 2 vai acabar com todos os outros se esses previews se confirmarem.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Dupla da franquia Bourne em novo filme; veja trailer
Matt Damon é um agente do exército americano atrás de armas ilegais na zona controlada pelos EUA em Bagdá, a tal Zona Verde do título do filme.
Damon e Paul Greengrass, juntos novamente. A dupla de O Ultimato Bourne. Nem precisa falar muito.
Kristen Stewart e Taylor Lautner vêm ao Brasil!

Os sites divulgaram hoje que os astros de LUA NOVA Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner poderiam passar pela América do Sul como parte da tour promocional do longa.
Nada foi falado sobre a passagem pelo Brasil.
Mas ela vai acontecer. E mais rápido do que os fãs pensam.
O galã Robert Pattinson, para decepção das meninas, não vem, mas o blog adianta que KRISTEN STEWART e TAYLOR LAUTNER estarão no BRASIL, mais precisamente em SÃO PAULO neste fim de semana para uma exibição restrita de Lua Nova para a imprensa e entrevistas para veículos nacionais em um hotel da capital paulista, que não vou divulgar para não comprometer a segurança de ninguém.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Veja os 8 minutos iniciais de V - A Batalha Final
A ABC liberou 8 minutos da nova versão de V - A Batalha Final, minissérie cult dos anos 80 sobre aliens que pousam na Terra fingindo serem bonzinhos só para roubar água de nosso planeta.
Quem cresceu vendo isso, lembra até hoje da ratazana descendo pela garganta de uma das ETs gostosonas do show.
A ABC jogou o primeiro episódio na rede. Mas prefiro esperar a estreia, no dia 3.
Tem a Elizabeth Mitchell, a Juliet, de Lost, em um dos papéis principais.
Mas cadê Michael Ironside, pô?
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Com vocês, o novo Esquadrão Classe A!

A primeira imagem oficial do novo Esquadrão Classe A foi divulgada. Bradley Cooper como o Tenente Templeton "Faceman" Peck, Liam Neeson no papel do Coronel John"Hannibal" Smith, Sharlto Copley vivendo o Capitão "Howling Mad" Murdock e Quinton Jackson como o Sargento Bosco "B.A." Baracus. A adaptação para o cinema da famosa série dos anos 70 está sob a tutela de Joe Carnahan (Narc) e com data de estreia prevista para 11 de junho de 2010.
Clique na imagem para uma versão maior.
E quais filmes não estão na Mostra de SP?

Todo mundo está dando dicas da Mostra de SP (inclusive esse blog). Então, resolvi fazer um post diferente. Quais filmes poderiam estar na Mostra e não estão? Escolhi o time abaixo. Acho que não faria feio em canto nenhum do mundo.
- Baarìa: Épico siciliano de Giuseppe Tornatore (Cinema Paradiso), que estreou em Veneza.
- Moon: Ficção científica sobre um homem (Sam Rockwell) que cuida da base lunar terrestre na Lua e, após 3 anos na missão, começa a ouvir estranhas vozes. Dirigido pelo filho de David Bowie, Duncan Jones.
- Paranormal Activity: Um casal sofre com estranhos fenômenos à noite e decide colocar câmeras de segurança na casa para descobrir a razão. Filme de terror mais hypado do ano.
- Amor Sem Escalas: Novo filme de Jason Reitman, de Juno, que traz George Clooney no papel melancólico de um executivo que viaja pelo país para demitir pessoas. Cotadão pro Oscar.
- Onde Vivem os Monstros: Ainda nem consigo acreditar que o filme não está na programação. Ele tem tudo que a Mostra adora. Um diretor ousado (Spike Jonze), arriscando em um gênero diferente (o infantil), mandando ver uma trilha sonora indie (Karen O, do Yeah Yeah Yeahs) e um certo ar intelectual.
- Zombieland: Comédia de humor negro sobre dois caras querendo chegar a um parque de diversões. No meio do caminho: zumbis.
- Capitalism: A Love Story: Tudo bem que Michael Moore não é mais aquela figura de cinco anos atrás, mas seus documentários são sempre divertidos.
- The Invention of Lying: Primeiro longa dirigido por Ricky Gervais, criador de The Office e Extras. Ele é o único homem que sabe mentir no mundo e inventa um Deus próprio. Imperdível.
- A Serious Man: Nova produção dos Irmãos Coen. Só por que não tem nenhum astro?
- A Single Man: A estreia do estilista Tom Ford no cinema e a maior possibilidade de Colin Firth levar um Oscar por seu homossexual sofrendo com a morte do parceiro.
Dicas para a Mostra de SP

O tempo anda curto pra tanta coisa. Mas separei umas dicas rápidas de filmes para A 33a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo:
- O Fantástico Sr. Fox: Primeira animação - em stop motion - do genial Wes Anderson, diretor de Rushmore e Viagem a Darjeeling.
- Sede de Sangue: Que mané, Crepúsculo. Vá correndo ver o filme de vampiro de Chan-Wook Park, diretor de Oldboy, sobre um padre que vira sugador de sangue.
- Lebanon: Filme de guerra inteiramente passado dentro de um tanque. Levou o último Festival de Veneza.
- A Fita Branca: Michael Haneke. Nem precisava ter faturado Cannes, né?
- Aconteceu em Woodstock: Ang Lee volta para o maior festival de rock da história.
- Distante Nós Vamos: Comédia dramática mostra o diretor Sam Mendes funcionando em modo indie.
- A Todo Volume: The Edge, Jack White e Jimmy Page em um mesmo longa sobre guitarra. Imperdível.
- A Vida Privada de Pipa Lee: Filme da dramaturga - e filha de Arthur Miller e mulher de Daniel Day-Lewis - Rebecca Miller.
- Abraços Partidos: Novo longa de Pedro Almodóvar.
- Fish Tank: Ganhador do júri de Cannes.
- I Love You Phillip Morris: Um vigarista se apaixona pelo colega de cela. Imagine isso com Jim Carrey e Rodrigo Santoro.
- Insolação: Representante brasileiro em Veneza. De Daniela Thomas e Felipe Hirsch.
- O Mundo Imaginário de Dr. Parnassus: Não chega a ser um filme incrível de Terry Gilliam, mas é acima da média e ainda tem a curiosidade de ter sido o último estrelado por Heath Ledger.
- Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo: Novo filme da dupla Marcelo Gomes e Karim Aïnouz.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Veja um preview da luta entre Edward e os Volturi
A pancadaria neste clip de Lua Nova até parecia promissora. Até um membro do clã Volturi pegar o Edward/emo pelo pescoço. Que careta é essa, pô? Tem vampiro que é cego!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
(500) Dias com Ela foi adiantado!
Flamengo é arte!

Vou deixar para escrever um texto mais "Pedro Bial" ("A bola. Campo. Verde. Solta. Craque. No vento. Suor. Trabalho. Gol. A bola"... Poesia, saca?) mais pra frente. Agora é calma. Muita calma e menos oba-oba, síndrome natural de rubro-negros. Mas é inegável que o Mengão tá jogando fino, algo que não via ao vivo desde meus tenros anos em Natal, quando Júnior Capacete liderou aquele time campeão brasileiro de 92. Chega de brucutu. Isso é Flamengo. Flamengo é Arte.
É cartum, é Ziraldo, é Jorge Ben, é favelado, é de raiz, é rica, é policial, é intelectual, é estrangeira, é onipresente. É como qualquer nação que se preze. E domingo vamos mostrar ao Chorafogo como é ter torcida no Vazião (Engenhão). Perderam a chance de ganhar muita grana. Mas quem tem um sub-sub-sub-Adriano no ataque só pode querer isso mesmo.

Já que tamo falando de arte, um carinha que escreve bragarai. Hoje, particularmente, inspirado.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
O voo do Besouro

Lembra daquele timaço do Flamengo organizado por Kléber Leite para o Centenário do Mengão? Sávio, Romário e Edmundo, o melhor ataque do mundo? Perdeu pro gol de barriga de Renato Gaúcho.
Lembra do Real Madrid dos galáticos Beckham, Raul, Roberto Carlos, Figo, Michael Owen, Zidane e Ronaldo? Fracasso total.
E Airton Senna na Williams, melhor carro dos anos 90?
Pois é...
Besouro é mais ou menos isso: tem tudo (grana, produção, coreógrafos importados, escola de atores, imagens bonitas) para ser bom e funcionar. Mas não funciona. Uma pena. Fica pra próxima.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
U2 lançará novo DVD ao vivo

O U2 acabou de anunciar que filmará todo o show do dia 25 de outubro, no estádio Rose Bowl (que nós, brasileiros, conhecemos muito bem da Copa do Mundo de 94), em Pasadena. A intenção é gravar um DVD com o material. Mas o melhor de tudo é que a banda transmitirá a apresentação ao vivo no seu You Tube oficial.
Ou seja: meses antes do tal DVD, um piratão meia-boca estará disponível em todas as banquinhas do mundo - e, de graça, na internet.
Walter Salles pode dirigir American Rust

Enquanto On The Road não sai, Walter Salles vai acumulando mais um road movie para seu currículo. Segundo a Variety, o diretor brasileiro - ao lado de Jose Rivera, com quem escreveu Os Diários de Motocicleta - dirigirá a adaptação de American Rust, livro de estreia do jovem escritor Philipp Meyer. A trama é sobre dois amigos que não suportam sua decadente cidade e viajam à Califórnia. Mas um acidente no meio do caminho muda tudo.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Adventureland no UOL

Enquanto (500) Dias com Ela não chega (prometo um texto sobre ele no finde), esqueça o título cretino e veja Férias Frustradas de Verão, que nada tem a ver com a série cômica dos anos 80, mas é um bom filme sobre adolescência nos anos 80, com grande trilha sonora e Kristen Stewart meio danadinha. Bem, coloquei a resenha da parada no UOL hoje. Confiram. Valeu.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Trilha sonora de Lua Nova
Nova música de Michael Jackson é velha
O site oficial do Rei do Pop, Michael Jackson, colocou o streaming da nova música do astro, que será o carro-chefe do filme This Is It, que chega aos cinemas dia 28 de outubro.
O problema é que a música não tem nada de nova.
É apenas uma versão atualizada de "I Never Heard", canção que Jackson compôs ao lado de Paul Anka para a cantora Saffire no começo dos anos 90.
A gravadora Sony foi rápida em corrigir o erro. Com a permissão do Legado de Michael Jackson, afirmou que, realmente, "This Is It" não é original, mas terá "pela primeira vez" a voz do falecido popstar no single – e Anka será creditado como co-autor.
Mas tirem a dúvida abaixo.
Aqui, o "novo" single de Michael Jackson: "This Is It"
Agora, ouçam a versão antiga, "I Never Heard", na voz de Safire.
Não há muito espaço para dúvida, não é? Boa tentativa, galera.
O problema é que a música não tem nada de nova.
É apenas uma versão atualizada de "I Never Heard", canção que Jackson compôs ao lado de Paul Anka para a cantora Saffire no começo dos anos 90.
A gravadora Sony foi rápida em corrigir o erro. Com a permissão do Legado de Michael Jackson, afirmou que, realmente, "This Is It" não é original, mas terá "pela primeira vez" a voz do falecido popstar no single – e Anka será creditado como co-autor.
Mas tirem a dúvida abaixo.
Aqui, o "novo" single de Michael Jackson: "This Is It"
Agora, ouçam a versão antiga, "I Never Heard", na voz de Safire.
Não há muito espaço para dúvida, não é? Boa tentativa, galera.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Aula do titio Chuck...

Chuck Palahniuk, um dos maiores escritores dos últimos dez anos, dá 13 dicas de como começar a escrever.
domingo, 11 de outubro de 2009
Amores não suportam um bom disco...

"Você pode estar onde deseja estar?"
É uma pergunta simples, mas de resposta cruel e complicada.
Questionamentos que vêm à mente quando os dias se tornam mais arrastados, quando os ossos teimam em doer e as memórias de tempos diferentes, de infância, de adolescência, mostram o quão diferente você era ou se tornou – para pior ou melhor.
"O que você faz quando acorda se sentindo velho", perguntou Jeff Tweedy há mais de uma década.
Acho que foi a questão que bateu em Nick Hornby para começar a escrever Juliet, Naked, seu novo livro, lançados em inglês há duas semanas.
Hornby, uma espécie guru espiritual da geração dos anos 90 – que, por consequência, gerou filhotes fraquíssimos ao longo do caminho, mas isso não vem ao caso –, está se dando conta que está envelhecendo.
Sua crise de meia-idade foi em Slam, quando tentou recobrar sua juventude no corpo de um menino skatista que engravida a namorada. É seu livro anterior. Fraquíssimo. Podíamos quase vislumbrar o autor lutando contra palavras e contra clichês e contra ele mesmo para compreender uma juventude que bem possivelmente nem o conheça.
Quem conhece o escritor inglês sabe muito bem de sua veia autobiográfica. Não é preciso ser nenhum crítico literário para isso. Mas o estilo estava assombrando o autor. O medo de se auto-plagiar o levou a enveredar por caminhos perigosos (Como Ser Legal, que se perde no meio) e esquizofrênicos (Uma Longa Queda, cujos personagens mais interessantes possuiam ligações mais em comum com seu criador).
Esqueçam tudo isso. Juliet, Naked é a volta de Nick Hornby ao que ele faz melhor: personagens defeituosos em sua eterna adolescência, referências musiciais deliciosas e com propósito e inovações textuais que deixam a obra sendo a melhor coisa feita por ele desde Um Grande Garoto.
Olhando para trás, a expressão tão superlativa faz parecer que estou escrevendo sobre o retorno de Salinger 50 anos depois. Porra, Um Grande Garoto tem apenas 11 anos de vida. Alta Fidelidade completará 15 anos em 2010. Mas o tempo corre mais rápido para quem mexe com cultura pop na literatura. Não é fácil se manter atualizado, se manter cool, quando em dez anos tudo muda a sua volta.
Quando Alta Fidelidade saiu, não existia iPod. Rob Fleming (Gordon) é um ser em extinção. Sua loja de discos, uma triste lenda de antigas gerações. Amar cinco mulheres por toda a vida era coisa de titios. Ficar plantado na frente da janela da namorada parece caso de polícia quando hoje a ação máxima de amantes de corações partidos é "apagar do Facebook", "mudar o status no Orkut" e a mais drástica delas, "bloquear (E DELETAR) do MSN." Nem vou entrar no mérito das choradeiras e o celeiro de frases idiotas de efeito que viraram os nicks de MSN, porque quero voltar a falar do livro.
Juliet, Naked é Nick Hornby acordando para os novos tempos, mas tomando sua posição de direito como um grande escritor de 52 anos de idade. E, ironicamente, seu texto nunca esteve tão fresco e claro.
Isso não é para qualquer escritor. Por exemplo, no exato momento em que começei a escrever esse texto, coloquei o disco novo do Echo & The Bunnymen para tocar no computador. Difícil ouvir o grupo que não saia do toca-discos Pioneer dado pelo meu pai que acoplei num som vagabundo no quarto que dividia com meu irmão menor. Difícil porque The Fountain é vergonhoso. Assim como é vergonhoso o novo disco do Alice in Chains, de Chris Cornell e de 80% dos artistas que eu adorava na adolescência. Graças a Deus, nunca fui fã de Iron Maiden, Judas Priest e de metal melódico, senão o suicídio seria uma opção a enfrentar.
Talvez seja o que tenha levado Tucker Crowe para a aposentadoria mais cedo. Ele é o músico misterioso de Hornby, um gênio que passou despercedido, mas lançou um grande disco chamado Juliet. O álbum foi fruto do seu rompimento com a mulher que sempre amou, uma obra de arte que estrela todas as listas de "mais importantes da história". Mas, no meio de uma tour, Tucker desapareceu do planeta e ninguém sabe qual corpo sua alma atormentada foi assombrar.
(dica para o livro ficar melhor: imagine Jeff Buckley excursionando com Grace e troque sua morte no Mississipi por um sumiço no estilo Richey James Edwards, do Manic Street Preachers)
Corte para 2009. Um quarentão fanático por Tucker Crowe chamado Duncan arrasta sua mulher ("ou parceira", "ou namorada", "ou amiga", como ela pensa quando precisa explicar sua relação de 15 anos com Duncan) por uma viagem pelos Estados Unidos para passar por locais célebres relacionados ao roqueiro desaparecido. Quando os dois voltam para a Inglaterra, algo incrível acontece: eles recebem uma cópia do próximo disco de Crowe, batizado de Juliet, Naked – na verdade, versões demo da obra-prima.
O texto de Hornby se torna ainda mais poderoso a partir do momento em que ele começa a divagar como uma obra de arte pode afetar duas pessoas de maneira intensamente oposta e como ela se transforma na gota d´água que faltava para o fim da relação. Duncan se sentiu tão afetado com o álbum, que não aceitou 1) o fato de Annie ter ouvido antes dele e 2) ela ter odiado tanto algo que ele considerava uma obra-prima. Se Rob julgava suas paixões pelo que elas gostavam e não pelo que elas eram em Alta Fidelidade, o escritor muda o foco no novo livro.
Annie é a estrela da relação e do texto. Annie, apesar de não ser uma "Crowelogista", tem sua opinião formada e nota que o desprezo do parceiro por sua opinião mais ou menos reflete toda sua relação. Como ela mesmo descreve: "Eu sabia como isso terminaria assim que o conheci. Éramos dois carros em direções opostas. O que me deixou mais irritada é não ter caído fora antes."
Neste meio tempo, ela começa a se corresponder com o verdadeiro Tucker Crowe. Hornby se diverte como poucos ao desmistificar o roqueiro genial desaparecido. Ele transforma o músico numa criatura banal, velha de espírito, morta na ambição e repleto de defeitos – o maior deles em forma de filhos e filhas que nunca viu crescer. Em determinado momento, o escritor coloca Annie e Tucker em contato diário sem que Duncan – envolvido com outra mulher – sequer tenha ideia.
É uma ideia absurda demais imaginar que o maior fã veja o ídolo (um mulherengo ex-alcóolatra) valorizar a mulher que nunca soube amar por inteiro?
Não no mundo de Nick Hornby.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Qual sua Mary Jane favorita?
O musical da Broadway do Homem-Aranha escolheu faz um tempo sua Mary Jane Watson: Evan Rachel Wood (O Lutador). Agora a produção foi garantida com um investimento de dez milhões de dólares.
Para mim, dá de pau na do cinema, Kirsten Dunst. Mas decida por conta própria:



Para mim, dá de pau na do cinema, Kirsten Dunst. Mas decida por conta própria:
Evan Rachel Wood, de Spider-Man: Turn Off the Dark...

...ou...
Kirsten Dunst, de Homem-Aranha (o filme)?
Kirsten Dunst, de Homem-Aranha (o filme)?

Evan...

...ou...
Kirsten?????
Kirsten?????
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Vampire Weekend libera primeiro single de graça!
O Chamado do Dever!
Eu realmente não entendo porque as produtoras de games ainda se preocupam em adaptar seus jogos para o cinema. Assistam ao trailer de Call of Duty: Modern Warfare 2, que chega às lojas no dia 10 de novembro, e veja onde as cenas devem para algum longa-metragem. Nada!
Ao mesmo tempo, os direitos de adaptação foram registrados pela Activision Blizzard. Pode ser uma proteção contra picaretas usando a marca. Mas pode ser o sinal que a série Call of Duty pode virar filme.
Não vejo razão. CoD é um game genérico de guerra. Tudo bem que sempre vão mais além nas tramas apocalípticas, mas Hollywood nunca deixará a ousadia ir tão longe - menos por coragem e mais por falta de grana mesmo para jogar exércitos em guerra em solo americano.
Tá com vontade de ver um filme parecido? Alugue Falcão Negro em Perigo ou Guerra ao Terror.
O IMPÉRIO CONTRA-ATACA!

Os jovens Jedis que escorregam no quiabo não foram páreo para Adriano Vader e sua tropa imperial. O Flamengo fuderosão desfilou pelo Maracanã, mais conhecido como "Estrela da Morte" por seus incautos visitantes, e não teve pena da Princesa Leia e do eterno depressivo C3pCUcA.
Os rebeldes tentaram encontrar uma brecha no Império, cooptando o Padawan de atacante Denis Marques para o lado pó-de-arroz da Força. Mas o Chanceler Andrade Palpatine sacou o aprendiz no meio-tempo e escalou Darth WilliaMau! Não teve pra ninguém. O Império massacrou as rebeldes sem dó. Só faltou Adriano Vader chegar pra Conca Skywalker e pedalar no seu ouvido um: "Conca, eu sou seu pai!"
2 a 0. 83 mil espectadores. Recorde absoluto do futebol brasileiro, nosso fenômeno Guerra Nas Estrelas. Se não fosse o sacana do George Dunga Lucas, o Império nem daria espaço para existir um Retorno de Jedi. Vamos apelar para jovens aprendizes do mal sem o Imperador por dois jogos.
Mas os Sith hão de retornar.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Ê, Brasil!

Olhem bem o e-mail de uma assessoria que recebi hoje:
"Segue depoimento do Gustavo Borges em relação à decisão para a sede das Olimpíadas!!!!
TANTO SE GANHAR OU SE PERDER.
abs
XXXX"
Se o Rio Ganhar!!!
“Fico muito feliz e entusiasmado com a escolha do Rio de Janeiro para sediar os jogos olímpicos e paraolímpicos de 2016. Eu que já fui participante de 5 olimpíadas dentre elas 4 como atleta e 1 como comentarista sei bem da relevância de tal evento para a cidade sede e para o nosso país. Prometem-se mudanças benéficas para o Rio, que incluem a melhoria na rede de transportes, a despoluição e a revitalização de áreas degradadas, sem falar na economia e na divulgação do acesso ao esporte, que mais do que nunca estará em primeiro plano, funcionando também e sobretudo como motivação aos jovens atletas brasileiros. Boa Sorte Rio”.
Se Rio Perder!!!
“Fiquei muito triste pelo fato do Rio não ter sido escolhido para sediar as olimpíadas de 2016. O projeto era bom, as pessoas se empenharam muito e o apoio do povo brasileiro era enorme, apesar de que somente o fato do Brasil estar entre os quatro finalistas já foi muito bacana o que nos permite mais expectativa para que no futuro possamos estar novamente na disputa pela sede olímpica.”
Isso mostra bem o tom do que serão as Olimpíadas no Brasil.
DETALHE: o e-mail chegou DUAS horas depois do anúncio do Rio 2016.
Trailer do novo filme de George Clooney
Jason Reitman seria o melhor diretor de sua geração? Pela aclamação de Juno e a antecipação de Up In The Air, pode ser. Pode superar seu pai, Ivan, facinho. Bem, veja o trailer. Sensacional e repleto de referências ao longa escrito por Diablo Cody.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Por que Quentin Tarantino não veio ao Rio?

Quentin Tarantino alegou exaustão para cancelar sua vinda ao Festival do Rio. Ele conversaria com a imprensa brasileira no dia 6 de outubro e estrelaria a pré-estreia de seu longa, Bastardos Inglórios, no dia 7.
A razão do cancelamento, pelo visto, foi outra...
Na terça-feira (29), o cineasta foi para a première de Whip It, estreia de Drew Barrymore na direção, em Los Angeles. E de mãos dadas com uma desconhecida.
Mas podemos entender as razões do sujeito agora, né? Exaustão... sei...
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