sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A falência do espírito crítico no cinema.


Movido por uma ordem da Associated Press, exigindo que seus críticos de cinema (e artes) não passem de 500 palavras em suas resenhas, Roger Ebert, um dos mais importantes articulistas de cinema dos EUA declarou a morte da crítica em seu blog.

Não é rancor de um jornalista ultrapassado. Antes de mais nada, não sou um devoto de Ebert. Ele tem seus momentos de Rubens Ewald Filho, mas sabe escrever e segue uma lógica de estudo e não de teorias maluquetes ("Adrien Brody ganhando um Oscar é ruim para o cinema, porque agora atores feios poderão ser protagonistas de grandes filmes"). Já conversei com ele em algumas ocasiões em Nova York e já me parecia cansado, mas nunca alheio a novidades.

O texto dele é coerente e mostra bem como anda o mercado jornalístico cinematográfico dos EUA. A Premiere, a única grande publicação de cinema, morreu por causa da baixa vendagem. Verdade que a revista pecava por escolher falar sobre cinema de forma séria demais, mas sem o aprofundamento que as pessoas sérias demais gostam. Além disso, dava capa para astros e quase nunca para os filmes (ou personagens). Hoje, astros não vendem longas, imagine revistas. Mas sempre há gênios para quebrar a cara. Nos EUA, só podemos ler sobre cinema em revistas/fanzines para fãs (Fangoria, Starlog), especializadas do mercado (Variety, Creative Screenwriting, American Cinematographer) ou no meio de outros assuntos pop (Entertaimment Weekly, a minha preferida).

Roger Ebert fala sobre indústria da celebridade. Os mesmos astros que não venderam a Premiere, vendem a US Weekly, People e mais uma dezena de revistas sensacionalistas com fotos toscas e informações desencontradas. São divertidas, claro que são. Mas o referencial está se perdendo. Elas não podem ditar todo o jornalismo cinematográfico. Em alguns anos, não teremos mais atores de verdade, mas estrelas fabricadas para vender o High School Musical da vez – sério, tem hora que não sei quem são aqueles dois se agarrando na capa de uma revista de fofoca e olhe que leio sobre cinema o tempo todo. Quando estou nos EUA ou vejo aquela idiotice do TMZ, entendo que aquilo é o público falando, mas não podemos trocar um pelo outro. Quando os jornais americanos começam a demitir jornalistas e críticos sérios para aumentar o espaço das fotos de Angelina Jolie saindo com Brad Pitt é hora de parar e pensar um pouco no que vai acontecer a médio prazo.

Sou meio pessimista em relação à mídia como conhecemos. Acho que tudo será diferente em menos de três anos. Mas isso é outro papo. A Inglaterra consegue lidar bem com essas mudanças. Suas revistas são sempre apelativas (veja nova a capa da Empire, abaixo) e bem humoradas, mas nunca perdem o foco do cinema, nunca. Sabem vender, mas sem entregar a alma como bônus. Mas leiam o que Ebert escreveu no seu momento Jerry Maguire no blog do Boston Globe. Como tou sério hoje...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Radiohead no Brasil


Dias 20 e 22 de março ganham previsão de chuva leve no final da tarde com o sol saindo em seguida, dando seus últimos suspiros em formas de raios amarelados e formando arco-íris no céu apinhado de aviões do Rio e São Paulo.

Engraçado como são shows. São como bússolas da fuga do cotidiano. Um ponto concreto num horizonte futuro não-definido. Estaremos no escritório, estaremos bem, estaremos mal, estaremos felizes, estaremos tristes, não sabemos o que vai acontecer no final do ano, não sabemos se teremos emprego, se seremos promovidos, se estaremos amando, se seremos trocados, se estaremos duros, se estaremos mais duros ainda, se estaremos saudáveis, se estaremos com uma doença terminal, se o dólar estará nas alturas, se Obama nos salvará, se Watchmen será um filmaço, se Watchmen será uma porcaria, se Benjamin Button ganhará o Oscar, se o U2 lançará disco novo, qual país do Oriente Médio estará em guerra, qual game estará no console, qual celular estará nas mãos dos idiotas, estaremos vivos ou mortos?

Não importa, Radiohead em março. Até lá.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Can you save me?

She can. Aimee Mann, uma das vozes mais doces, lindas e únicas do folk-pop-rock (hã?), ao vivo. Não sei como vai ser o formato do show e nem vou com expectativa, mas minha mente vai estar pedindo por muita coisa no set que não vai rolar, eu sei. "Save Me" deve ser obrigatória, mas não vejo ela cantando um dos versos mais melancólicos que já ouvi na vida ("Now that I've met you/Would you object to/ Never seeing each other again/Cause I can't afford to/Climb aboard you/No ones got that much ego to spend") no meio de um clima natalino. "Deathly" seria demais, né? Semana que vem, conto.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Like a Virgin

Wow. Acho que 2008 parou por aqui em termos de shows. Fui pro SP Noise Festival querendo ver Black Lips, Helmet e Vaselines, mas a desorganização organizada da produção me fez perder o primeiro. Fiquei puto. Mas tudo bem, o Helmet valeu a pena e nunca vi uma escocesa tão boca suja quanto a doidinha do Vaselines. No domingão, conformado por ter perdido o Black Lips e de bode por causa da derrota do mengão (valeu, Simon!), uma amiga me liga:

"Salem, tá fazendo o quê?"

"Nada"

"Vai ter show supresa do Black Lips no Astronete. Vem pra cá!"

Cheguei em dez minutos. Vi o show inteiro, vi gente pagando mico de pedir autógrafo e até aproveitei pra gravar um vídeozinho do celular. E isso marca o meu primeiro vídeo uploudado no Youtube (abaixo). Que lindjo. Ah, acho que a música (ótema) é nova. Showzaço pra encerrar 2008!

O Exterminador do Futuro: Salvação

Veja o pôster em flash aqui.

É tempo de Oscar!


Depois do marasmo dos últimos meses, quebrado apenas por Bond, a corrida pelo Oscar e férias começou. Se nada der errado, vamos a lista de filmes que devo assistir ou cobrir nas próximas duas semanas:

O Curioso Caso de Benjamin Button: Escrevo isso há mais de seis meses... Será o filme do ano. Já é o mais falado, pelo menos.

Milk: Já em cartaz. Sem nenhuma crítica negativa. Será que a polêmica gay passa pela Academia novamente?

Revolutionary Road (Apenas Um Sonho): O casal de Titanic com Sam Mendes. Basta?

Frost/Nixon: Outro com cara de papão de Oscar. Recria a famosa entrevista que Nixon deu para David Frost depois do escândalo de Watergate. Um retrato dos dois monstros de sua época com interpretações do veterano Frank Langella e do ótimo Michael Sheen (A Rainha).

Austrália: Baz Luhrmann sempre vai despertar o interesse, mesmo com todo o açúcar que o épico parece gerar.

Changeling: Clint. Angelina Jolie com cara de indicada. E um autor de quadrinhos fazendo drama de época.

Defiance: Daniel Craig sempre dá as melhores entrevistas. Imagine cotado para o Oscar.

Zack And Miri Make a Porno: I'm a Kevin Smith freak. 'Nuff said.

Punisher: War Zone: Porque o mundo não vive só de filme de Oscar . Será que presta? Duvido.
UPDATE: Cabei de saber que o longa não será lançado no Brasil pela Sony. Nenhuma novidade, já que o primeiro (horrível) também foi descartado como um cadáver de traficante morto por Frank Castle.

Yes Man: Jim Carrey. Ótima entrevista. Ótimo comediante. Pra desopilar.

Seven Pounds: Outro grande entrevistado, Will Smith. Admito que tenho medo do filme.

Crepúsculo: Eu sei, eu sei. Mas vampiro sempre merece uma dúvida. Pô, eu vi até Drácula 2000.

Se tudo der MUITO MAIS certo, ainda podem rolar:

Doubt: filme que renderá mais uma indicação para Meryl Streep e Philip Seymour Hoffman.

O Dia Em Que a Terra Parou: remake desnecessário do clássico camp da ficção científica.

The Reader: Stephen Daldry com Kate Winslet e Ralph Fiennes querendo mais indicações para o Oscar.

The Wrestler: Darren Aronofski tenta se recuperar da maletice zen de A Fonte da Vida com a história de um lutador de luta-livre (repetição obrigatória) interpretado por Mickey Rourke, que pode, sim, ganhar um Oscar.

This is the end...

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Salve sua alma em Alta Definição!

Tão nítido que poderemos ver os poros dos vultos que assombram pessoas alcoólicas, as farpas na Cruz de Jesus e as penas nos anjos. Amém, tecnologia.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

E o mundo fica mais inocente...

SNOW PATROL - "YOU COULD BE HAPPY"




* Thanx to Kinha



JOHN LEGEND - "SOMEDAY"



REGINA SPEKTOR - "RAINDROPS"

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Os tempos são outros

Nem vou explicar porque o Pavement foi uma das maiores bandas do rock alternativo americano. Basta colocar o olho nesta edição especial de Brighten The Corners (que nem é meu favorito deles, btw) com direito a dois CDs, 8 músicas novas, mais demos e outtakes, um pôster, embalagem especial e um vinil com um show inédito da banda. Bem, isso tudo só comprando (é Natal mesmo, não?) a versão física. Quem não se importa com isso e quer apenas curtir Stephen Malkmus outra vez, baixe aé abaixo. Tive sorte de vê-los no Irving Plaza, em NY, em 1994, durante a turnê do maravilhoso Crooked Rain Crooked Rain. Todos bêbados e Malkmus gritando: "Fuck Your Hair!!" quando um mala pediu para tocarem "Cut You Hair". Bons tempos que não voltam mais.

Pavement - Brighten The Corners - Nicene Creedence Edition
Baixe aqui!




Aproveitando o post, "novo disco" do Belle And Sebastian, que tocou no Brasil quando o Tim era Free, o Jazz era rock e o rock era bem melhor. E ainda deu o nome da minha cão, Belle.

Belle & Sebastian BBC Sessions

Baixe aqui!



E acho que sexta-feira tenho um programa aqui em São Paulo. Só tenho medo da Mallu aparecer no show e estragar minha noite. ;)
Marcelo Camelo - Sou
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Oficial: Radiohead na América do Sul

Fotinha by Salem em Malahide Castle, Dublin - Junho de 2008.

Agora vai.

Como o Phil Selway me garantiu em entrevista para a Rolling Stone Brasil há alguns meses, o Radiohead vem mesmo para a América do Sul. O lance não era balela, não. Faltavam alguns detalhes, principalmente porque a maior banda de rock da atualidade (u2 tá de folga, né?) está muito comprometida contra os excessos de emissão de gás, consumo de eletricidade, viagens de avião e essas paradas que causam o aquecimento global e estão em moda por aê. Então, a demora em anunciar as datas certinhas não é frescura de produtor com medo de alta do dólar.

Explico: para o grupo aprovar um festival ou um show solo, a produção precisa assinar uma série de compromissos pesados envolvendo meio ambiente, número limitado de ingressos, local, segurança rígida e outras coisas normais de qualquer evento. Ao mesmo tempo, é impossível para uma megabanda como o Radiohead trazer a tour atual sem fechar com vários países próximos. A primeira data é a do Chile, dia 27 de março. Nos próximos dias, Arrentina e Brasil. México também está na passagem.


Para quem mora pro lado de cá de São Paulo, recomendo logo esperar as datas portenhas, porque preço e estrutura dão de pau nas brasileiras na maioria dos casos. E ainda rola de conhecer mais Buenos Aires, churrascão, vinho e dulce de leche. Se vale o esforço? Pode apostar. Fui pra Dublin ver as duas noites de abertura da tour nos jardins de um castelo e foi uma das experiências mais inexplicáveis e sublimes que a música pode produzir. Rolou até música nova ("Supercollider", abaixo), "Paranoid Android" surreal, dois arco-íris e um início de briga com uns irlandeses malas que depois ficaram numa boa. Depois coloco a crítica das apresentações que fiz pra mesma RS por aqui. Um aviso de amigo: depois de março/abril de 2009, QUALQUER show perderá a graça pra sempre.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Através das Paredes


Coloquei mais um continho dark-pop no Fora de Sintonia. Comentem a bagaça... ;)

Found In Translation


Just Like Honey

Listen to the girl
As she takes on half the world
Moving up and so alive
In her honey dripping beehive
Beehive
It's good, so good, it's so good
So good

Walking back to you
Is the hardest thing that
I can do
That I can do for you
For you

I'll be your plastic toy
I'll be your plastic toy
For you

Eating up the scum
Is the hardest thing for
Me to do

Just like honey (x 17)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

COMO VIAJAR NO TEMPO?

Clique na imagem para descobrir como viajar no tempo é mais fácil que a maioria das pessoas pensa. A tira abre Yukon Ho!, mais uma reedição da Conrad para a maior tira de quadrinhos de todos os tempos, Calvin e Haroldo.

Mudanças na Casa Branca

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Desistir nunca, render-se jamais...

Como diz Bono, "some days are better than others." Hoje é um amanhã que deixa o ontem no chinelo. O americano Brian Wood, criador mais instigante das HQs no momento, pediu meu texto que abre o último arco de DMZ no Brasil, publicado na Pixel Magazine. Via e-mail mesmo. How cool is that? NYU, aí vou eu!!!!

Looking back at all the things we've done

Oasis - I'm Outta Time

Holografia: CNN ou Guerra nas Estrelas?



Sei de toda a bizarrice midiática que foi a cobertura das eleições americanas (quem vê o Daily Show do Jon Stewart sabe sobre o que estou falando), mas a CNN se superou. Fez a primeira entrevista holográfica ao vivo da história. A correspondente em Chicago falando com o apresentador em NY como se fosse a Princesa Leia pedindo ajuda a Luke Skywalker (ela menciona estar se sentindo dessa forma) em . Guerra nas EstrelasSão 35 câmeras em alta definição capturando a moça em tempo real e em ângulos diferentes para formar o 3D. Só queria entender um pouco mais como foi a projeção (projetores digitais em 3D numa espécie de teleprompter?). Acho que só o custo desta brincadeira vale o orçamento de um ano da Globo. Fodíssimo.

Let The Right One In

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Cuidado com o que você deseja...

Idéias cretinas de Hollywood


Vocês estão pensando que a estupidez de fazer um Donnie Darko 2 (somente com uma personagem que aparece no original e sem Richard Kelly na direção) é algo único em Hollywood? Não é. Veja mais cinco maravilhas dos executivos quando eles têm muito tempo em mãos e imaginam uma continuação:

1 - O Poderoso Chefão 4 - Neste caso, poderia ser baseado no livro O Retorno do Poderoso Chefão, de Mark Winegardner, que teria recebido uma benção dos responsáveis pelo legado de Mario Puzo. O problema é que a obra é protagonizada por um Michael Corleone ainda no comando da família, sendo impossível para Al Pacino fazer, mesmo ele sendo Al Pacino. A idéia do quarto filme está há anos nos corredores do estúdio, mas em forma de continuação mesmo, com Andy Garcia retornando no papel de comandante da família Corleone. Esqueçam.

2 - Blade Runner 2 - Os roteiristas de Controle Absoluto (filme horrível, por sinal) chegaram a preparar um tratamento para a continuação com um dos produtores originais. Graças aos deuses, a dupla se separou e o projeto nunca chegou a sair do chão (apesar de ter sido mencionado recentemente numa palestra do escritor Travis Wright, único que parece não ter desistido dessa idéia patética.

3 - Wall Street 2 - A idéia não está morta. Na verdade, o projeto está com sinal verde e com título: Money Never Sleeps, homenagem a uma das frases antológicas de Gordon Gekko, personagem que representou a escória humana em Wall Street, de Oliver Stone. Não há detalhes sobre o retorno de Michael Douglas ao papel, mas o longa está vivo (sem Stone) e se passará depois da prisão de Gekko.

4 - Eu Sou a Lenda 2 - Não vai ser estrelado por Alice Braga, a sobrevivente de NY, nem por seu filho. Os produtores querem Will Smith para um prequel sobre os primeiros anos da praga de zumbis-vampiros-múmias toscas e como Smith combatia esses monstros em Manhattan.

5 - Top Gun 2 - O roteiro está escrito e é superoriginal: Maverick agora é um instrutor de pilotagem e precisa lidar com uma aluna prepotente (uau, demoraram cinco minutos para conceber tal idéia?). Mas o troço só vai pra frente se Tom Cruise topar voltar ao papel e aos óculos Ray Ban. Só se a Cientologia falir, pode apostar.


* Se você ainda não viu Donnie Darko, não perca tempo. Há duas maneiras de assistir a uma das obras-primas da ficção científica moderna. A primeira é comprando o DVD normalzinho, simples, mas com o filme original todo lá. A segunda é uma edição especial mais longa e um pouco mais mastigada da história (lançada apenas nos EUA). Mas ela não é obrigatória. Vi a versão maior em Los Angeles quando foi exibida por algumas semanas no cinema Arclight e apenas esclarece algumas bobagens que até podem ser mais interessantes se deixadas no escuro.

Donnie Darko revelou Jake Gyllenhaal e ressuscitou Patrick Swayze. Fala sobre física qüântica, viagens no tempo, instrospecção, o poder do acaso, mudanças e sobre famílias de uma maneira nova e perturbadora. Filmaço que começou como um mega fracasso e, hoje, é cultuadíssimo. Só por ter produzido isso, Drew Barrymore mora no meu coração para sempre.

Sem tempo

Tem grana? Bom Natal, então...




Relógios Swatch inspirados pelos vilões da série 007. Coloquei meus preferidos acima. Compre aqui.

Réplica detalhada da Nave-Coruja da adaptação de Watchmen. Entrei na nave "de verdade" e ela foi desenhada para simular a realidade dos anos 80, com computadores antigos e peças sucateadas. Genial. Compre aqui.


Edição tripla do que considero a melhor animação da Pixar. Uma aula de cinema em raros diálogos e seqüências que fazem chorar e rir ao mesmo tempo. Compre aqui.


Camisa do time de hóquei imaginário do filme Zack and Miri Make a Porno, de Kevin Smith, os Zombies. Uma explicação: Monroeville é a cidade onde o longa foi rodado, mas também é o cenário do Madrugada dos Mortos original, dirigido por George Romero. Por isso a ilustração e o nome bacanão. Compre aqui.

Talvez a maior série concebida pela televisão. Depois dela, nada foi a mesma coisa. Não é exagero comparar Os Sopranos a O Poderoso Chefão. Se não tem nenhuma caixa, aproveite e compre tudo de uma vez aqui.